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Comentários Eleições 2016 – TVAL

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Caros Leitores,

Nestas edição das Eleições Municipais (2016) participei como comentarista na TV Alesc. Quem quiser ver os vídeos dividi em 5 partes (foram mais de 3 horas ao vivo). Nos 3 primeiros, comentamos sobre o processo eleitoral, de forma geral, abordando temas pertinentes à política. Os dois últimos, já entramos no cenário de Santa Catarina. O canal do YouTube está logo aqui (ou acesse o link).

Link: https://www.youtube.com/playlist?list=PLV07Z7IMKxP-XjcobHTQnSjh1uLJe_rNY

Agradecimento à TVAL (TV Alesc) pelo convite e por me enviar os vídeos da participação.

Daniel Pinheiro

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Comprando

Comprando.

Paulo Rink.

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Magazine Luiza nega negociações para adquirir duas varejistas

Fonte: Portal Terra

A varejista Magazine Luiza negou nesta quarta-feira que esteja negociando a aquisição de duas redes regionais, no Nordeste e Sul do País, contrariando informações publicadas por jornais nacionais. Em comunicado, a assessoria de imprensa do Magazine Luiza “nega as informações” veiculadas.

Mais cedo, os jornais Valor Econômico e O Estado de S.Paulo informaram que a varejista comandada por Luiza Helena Trajano estaria em negociações avançadas para adquirir o controle da rede nordestina Lojas Maia.

De acordo com o Valor, o Magazine Luiza também estaria em conversações com a gaúcha Lojas Colombo. “Isso não tem cabimento”, afirmou o presidente e fundador da rede Colombo, Adelino Colombo, por meio da assessoria de imprensa da empresa, se referindo às notícias publicadas.

A rede Colombo conta com 342 lojas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O Magazine Luiza possui 456 lojas em território nacional e planeja abrir 20 novas unidades este ano.

Um representante da Lojas Maia não pôde ser contatado. A rede conta com 140 lojas em todos Estados da região Nordeste.

Caso as duas operações fossem concluídas, conforme os jornais, a rede sediada no interior de São Paulo saltaria para a segunda posição entre as varejistas do País, com faturamento de R$ 6,1 bilhões, atrás apenas do Grupo Pão de Açúcar.

A Máquina de Vendas, formada por Ricardo Eletro, Insinuante e, mais recentemente, City Lar, ocupa o atual segundo lugar e tem meta de encerrar 2010 com faturamento de R$ 6 bilhões.

Dinheiro pra quê mesmo?

Foto perfeita pra lembrarmos deles nas próximas eleições. Tem cada figura. E sobre o asfalto curitibano? E as novas creches? Nada!

Paulo Rink

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CBF cobra definição de estádio de Curitiba

Fonte: Paraná Online

Felipe Lessa

A manutenção de Curitiba como subsede da Copa do Mundo 2014 voltou a ser dúvida. Pelo menos foi o que insinuou o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que em entrevista realizada ontem, na África do Sul, esbravejou sobre indefinições relacionadas ao estádio paranaense do torneio.

Curitiba ainda não colocou em prática nenhuma solução pela viabilidade econômica da Arena da Baixada ou de qualquer outro estádio. Os cartolas do Atlético não confirmaram se podem adequar sua casa para a competição, ficando dependentes de alternativas propostas por prefeitura e governo. Tal fato desagradou Ricardo Teixeira, que também preside o Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014.

“Temos uma certa dúvida em relação a Curitiba, pois o estádio vem tendo problemas na parte financeira. Essa dúvida é porque não recebemos o relatório final da análise financeira do estádio do Paraná”, explicou o presidente da CBF e do COL, também reclamando da situação de São Paulo. Teixeira estipulou prazo até o final do mês para o Paraná dar a resposta definitiva.

A comitiva chefiada pelo governador do Paraná, Orlando Pessuti, e pelo prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, manteve a Arena da Baixada como palco da Copa na capital.

Planos B ou C envolvendo estádios como o Pinheirão e a Vila Capanema, porém, não foram descartados. “Estamos abertos a discussão se for necessário”, disse Pessuti.

O Atlético não se pronunciou sobre as declarações de Teixeira. O clube também manteve silêncio sobre questões como “naming rights’ (cessão do nome do estádio) da Copel, títulos de potencial construtivo e a possível parceria com a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP).

A diretoria do clube tem repetido que não pretende desembolsar mais que 33% das obras – estipuladas no total em R$ 150 milhões. O ministro do Esporte, Orlando Silva, ainda assim disse ter ficado animado com a conversa que teve com o prefeito de Curitiba e o governador do Paraná.

No entanto, fez um alerta sobre a viabilidade econômica do estádio curitibano. “Cada dia que perdemos, aumenta o risco de problemas nas obras. O tempo você pode recuperar, mas você gasta dinheiro com isso”, disse.

Em contrapartida com toda indecisão sobre o futuro de Curitiba, o governo de Santa Catarina e as diretorias de Avaí e Figueirense iniciam uma movimentação de bastidores para sediar o torneio – caso a capital paranaense seja descartada por Fifa e CBF.

Onde Vamos Chegar (ou queremos chegar???)

Desse jeito, fica bem fácil imaginar. Mas, vamos lá, um feriado é sempre bom, não???

Daniel Pinheiro

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Brasil perderá R$ 150 bilhões com feriados em 2010

O valor estimado das perdas por dia parado é de R$ 13,8 bilhões, superando o registrado no ano passado (R$ 12,5 bilhões).

Fonte: Redação Bonde

Um levantamento realizado pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) apontou que o Brasil perderá R$ 150,7 bilhões com os feriados em 2010, quantia equivalente a 4,4% do PIB (Produto Interno Bruto).

O valor estimado das perdas por dia parado é de R$ 13,8 bilhões, superando o registrado no ano passado (R$ 12,5 bilhões). Segundo a entidade, o País perde um PIB a cada 23 anos devido aos feriados.

De acordo com o estudo, no ano passado, o número excessivo de feriados em dias úteis agravou os impactos negativos da crise financeira internacional.

Na comparação com outros países dos Brics, o Brasil apresenta situação semelhante à da Rússia e desfavorável em relação à China e Índia no que diz respeito aos feriados e seus custos econômicos.

Em 2008, a China passou por uma reforma que reduziu para nove os feriados nacionais em dias de semana, enquanto a Índia tem seis feriados, sendo três em dias da semana.

No caso específico de São Paulo, a perda contabilizada pelos feriados deste ano chega a R$ 51 bilhões, respondendo pelo maior valor no País. O Rio de Janeiro, por sua vez, deve perder R$ 17 bilhões e Minas Gerais, R$ 13,8 bilhões.

Já os estados do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, perderão R$ 8,4 bilhões, R$ 6 bilhões e R$ 10,1 bilhões, respectivamente. As informações são do Infomoney.

Preço e Qualidade: altos ou baixos? (Consumo)

Quem vai arriscar? O pessoal do DebatePronto se dispõe a dar uma olhadinha no carro, se convidado pelo fabricante. Mas, detalhe: só falamos o que acharmos!!!

A propósito, parabéns ao pessoal que montou a exposição do Smart em Jurerê Internacional. Show de bola!!!

Daniel Pinheiro

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Importador reduz preço e M100 pode bater Mille como mais barato

Fonte: Invertia / Redação Terra

A importadora Effa Motors anunciou nesta quarta-feira a chegada às concessionárias da versão 2010 do monovolume compacto, o chinês M100. Segundo a empresa, o modelo terá queda de 4,1% no preço de tabela, passando para R$ 23.480, ante os R$ 24.500 cobrados pela versão 2009. Se o valor for o mesmo praticado no mercado, o carro chinês volta a ser o mais barato do País, posto ocupado pelo Uno Mille, que em dezembro era negociado a R$ 23.721, segundo a Fipe.

De acordo com a Effa, o modelo mantém os itens de série da versão anterior, vindo da fábrica já com ar-condicionado; vidros com acionamento elétrico na dianteira; faróis de milha e de neblina e travamento central das portas com controle remoto. O carro também continua sendo equipado com o motor 1.0 l com tecnologia Suzuki.

O M100 tem dimensões externas de 3,56 m de comprimento, 1,6 m de largura e 1,67 m de altura. O veículo conta com porta-malas com capacidade para 320 l, que pode ser expandida a 904 l caso o banco traseiro seja rebatido.

A redução no preço, de acordo com a importadora, foi possível com o aumento do volume de importação. Em 2009, a Effa informou ter vendido 350 unidades do M100 e a previsão para este ano é que sejam comercializados 1,2 mil.

Além do monovolume, que é fabricado pela chinesa Changhe, a Effa também traz para o Pais os comerciais leves Effa Hafei Van, Effa Hafei Furgão e Effa Hafei Picape. A empresa informou que se prepara para iniciar a montagem destes em Manaus (AM), além de estar terminando uma linha de montagem no Uruguai para trazer ao Brasil veículos da marca chinesa Lifan.

A Effa atualmente conta com 42 revendas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Bahia.

Sucessão Presidencial

Não sei o que seria pior, Dilma ou Requião. Páreo duríssimo! Boi de piranha, a esta altura… sei.

Daniel Pinheiro

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Simon lança Requião à Presidência

Tática, na verdade, é embolar o jogo. Discussão sobre candidatura do governador do Paraná dificulta fechamento do apoio do PMDB a Dilma Roussef

Rudolfo Lago

Fonte: www.congressoemfoco.com.br

Em 1998, o papel coube ao próprio senador Pedro Simon. Em um ginásio de esportes em Joinville, Santa Catarina, ele foi lançado candidato à Presidência da República pelo PMDB. Alguns  meses depois, boa parte dos mesmos nomes que apoiavam a candidatura de Simon estavam firmes na campanha presidencial de Fernando Henrique Cardoso. A candidatura Simon, porém, produzia seus efeitos: rachado, o partido não conseguiu oficializar na convenção seu apoio a Fernando Henrique. Na verdade, não foi capaz de ter unidade para apoiar quem quer que fosse. Nem para lançar Simon ou outro nome como candidato próprio. Dividido, passou em branco: não apoiou ninguém na eleição presidencial.

No sábado, 21 de  novembro, em Curitiba, a cena do ginásio de esportes em Joinville repetiu-se em Curitiba. O protagonista, no entanto, agora era o governador do Paraná, Roberto Requião. Por iniciativa de Simon, com a presença de representantes de 15 diretórios regionais, Requião foi lançado candidato próprio do PMDB à Presidência em 2010, na sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. Os presentes simplesmente ignoraram que a cúpula do partido assinara, há alguns meses, um termo de compromisso em apoio à candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, do PT.

O que significa o ato promovido no sábado em Curitiba? Pode significar nada. Pode significar muita coisa. No mínimo, ele demonstra a resistência de Simon em apoiar Dilma. E Simon tem força no diretório do Rio Grande do Sul, um dos principais do PMDB. No mínimo, fará com que Requião balance ou venda bem caro seu apoio a Dilma. Ao final do encontro, ele aceitou a pré-candidatura. E a presença de representantes de 15 diretórios regionais demonstra a disposição de mais gente em também criar dificuldades. Entre eles, o líder de mais um diretório importante peemedebista: o governador de Santa Catarina, Luís Henrique da Silveira. Ou seja: Dilma, para ter o PMDB inteiro a seu lado, ainda tem um longo caminho a percorrer.

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada no Encontro Nacional do PMDB, em Curitiba:

Moção de apoio ao lançamento da candidatura própria de Requião Presidente

Peemedebistas de 15 diretórios regionais, governadores, senadores, deputados, prefeitos, entre outras lideranças, reunidos neste sábado (21 de novembro) em Curitiba, decidem que o PMDB deve ter candidato próprio a Presidência da República e que esse nome é o do governador do Paraná, Roberto Requião.

Por isso, conclamamos a direção nacional do PMDB a promover um amplo debate em cada estado sobre o programa de governo, e ouvindo a sociedade civil para a construção de uma proposta de desenvolvimento nacional que privilegia a produção e o trabalho frente aos interesses do capital financeiro.

Curitiba, 21 de novembro de 2009.

Vendas de Fim de Ano (Consumo)

Como será este Natal pós-crise. Será que é pós mesmo?
Qual a sua aposta?
Daniel Pinheiro

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Comércio reforça investimentos

Primeiro Natal após o fim da crise deve elevar vendas em até 15% em comparação com o ano passado

Publicado em 16/11/2009 | Cristina Rios

Fonte: Gazeta do Povo

O primeiro Natal depois do fim da crise deve ser de vendas aquecidas. Lojistas e redes de varejo estimam negócios até 15% superiores aos do ano passado e reforçam investimentos para fazer frente ao aumento do consumo. Passada a turbulência, as empresas do setor ampliam estoques e aceleram a abertura de novas lojas. Para os lojistas, o Natal deve consolidar a retomada e abrir caminho para o aumento ainda mais forte de vendas no próximo ano.

A combinação de dois fatores – renda e crédito – sustenta a es­tratégia das empresas. O décimo terceiro salário deve colocar cerca de R$ 4,47 bilhões em circulação somente no Paraná e o crédito em alta deve alavancar as vendas a prazo. Além disso, ao contrário do que ocorreu no Natal de 2009, o consumidor está mais confiante na manutenção do seu emprego. “No fim do ano passado, muita gente preferiu segurar gastos e economizar para uma eventual perda do emprego em 2009”, lembra Vamberto Santana, consultor econômico da Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio).

A maior parte das empresas está aumentando investimentos para o Natal nesse ano. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) com os 72 maiores shoppings centers do país revela que o valor aplicado em decoração e campanhas para o Natal nesse ano será até 50% maior do que no ano passado. Cada centro vai investir, em média, R$ 1,5 milhão. A previsão é que as vendas cresçam 11%.

As grandes redes de varejo, por outro lado, reforçaram os estoques. Os pedidos de eletroeletrônicos aumentaram 25% em relação aos do ano passado. Os de eletrodomésticos de linha branca estão 15% maiores. O presidente da Associação Paranaense de Supermercados (APRAS), Pedro Joanir Zonta, estima um aumento de 13% a 15% nas vendas natalinas. O setor de supermercados deve encerrar o ano com um crescimento real – já descontada a inflação – de 6% em 2009. “Em 2010 esperamos um crescimento de 6% a 8%”, afirma. Para fazer frente a esse movimento, as redes estão acelerando a abertura de lojas. Zonta, que é presidente da rede Condor, conta que o grupo deve investir R$ 80 milhões no próximo ano na abertura de mais três lojas e na reforma de unidades já existentes.

O comércio de rua e de shopping center também segue a estratégia. Com previsão de um aumento de vendas de 15% a 20% nesse Natal, o grupo Omar Calçados, hoje com 21 lojas, se prepara para aumentar o ritmo de investimentos em 2010. A empresa deve abrir entre duas e quatro lojas no próximo ano, segundo Luiz Henrique Linhares, gerente do grupo. “Em 2009 não abrimos novas lojas. Em 2010 retomamos o nível de inaugurações que tínhamos em 2008”, diz.

Expansão

Com o aquecimento das vendas, a rede de lojas Marisa, que previa inaugurar seis novas unidades em 2009, revisou seus planos e deve encerrar o ano com 12 novos pontos no país. Em 2010 serão mais 28 lojas. A Lojas Americanas anunciou que planeja abrir 400 novas lojas no Brasil nos próximos quatro anos, com investimentos estimados em R$ 1 bilhão. A rede de livrarias Curitiba prevê inaugurar mais uma loja no fim de novembro em São José dos Pinhais, na região de Curitiba, outra em Joinville (SC) em abril de 2010 e negocia instalação de mais três unidades no Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Segundo Vamberto Santana, da Fecomércio, o comércio chegou a adiar alguns projetos de ampliação em função da crise principalmente no primeiro trimestre de 2009, quando as vendas foram mais fracas. A retomada a partir dos meses seguintes fez com que a maior parte das empresas voltasse a pensar em investimentos a partir desse segundo semestre. “Fecharemos esse ano com um volume de investimentos menor do que no ano passado, que, apesar da crise, foi muito bom entre janeiro e setembro. Mas em 2010, o volume deve voltar a crescer”, diz.

De acordo com ele, além da renda e do crédito, a Copa do Mundo, as eleições e a intenção do governo de acelerar a conclusão de algumas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) são fatores que devem ter impacto positivo nas vendas do setor.

Classes D e E são cortejadas

Beneficiadas pelo aumento do salário mínimo acima da inflação e pelos programas de distribuição de renda como o Bolsa Família, elas contam ainda com outra vantagem: como em geral não têm acesso a crédito, as classes D e E têm pouco comprometimento com dívidas de médio e longo prazo.

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Apesar da crise, setor continuou a crescer

Apesar de 2009 ter sido marcado por incertezas, principalmente no início do ano, o comércio conseguiu driblar a crise econômica. Enquanto a indústria entrou em recessão, o comércio acumula crescimento de 4,7% de janeiro a setembro na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Incentivos como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, eletrodomésticos de linha branca e material de construção fizeram o varejo ampliado registrar um avanço de 9,1% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado.

“Desde a eclosão da crise, em outubro do ano passado, o comércio praticamente não conheceu taxas negativas”, diz Fábio Silveira, analista da RC Consultores. Ele prevê que, depois de crescer cerca de 5% em 2009, o comércio varejista deve avançar 5,7% em 2010.

Dois fatores devem puxar esse resultado, segundo ele. Em primeiro lugar, a massa salarial deve fechar 2009 com crescimento real (já descontado a inflação) de 3,2%. Em 2010, esse avanço deve ser de 3,8%. Em segundo lugar, o crédito deve continuar em alta. Além de fechar o ano com crescimento de 10% a 11%, o saldo de operações de crédito para pessoas físicas no país deve crescer 14% em 2010.

A previsão dos analistas é que o crescimento do consumo retorne aos níveis de antes da crise em 2010. Um estudo da MB Associados projeta um crescimento de R$ 90 bilhões no próximo ano – contra um avanço de R$ 52,6 bilhões nesse e de R$ 85,2 bilhões no ano passado. Em uma conta simples, considerando-se a participação do Paraná na economia nacional, o consumo no estado poderá crescer R$ 4,5 bilhões em 2010, 70% mais do que os R$ 2,63 bilhões em 2009. “Além desses fatores, o emprego deve voltar a crescer, o que gera mais renda e consumo”, acrescenta Silveira. (CR)