Arquivo da tag: Dilma Rousseff

Incompetência (por: Diogo Melo)

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Uma palavra que resume todo este imbróglio político é incompetência. Dilma foi incompetente na gestão econômica, fazendo uso de Continuar lendo Incompetência (por: Diogo Melo)

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Gente Hipócrita, ou Gente Estúpida?

É para rir ou para chorar?

Daniel Pinheiro

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‘Protecionista’, governo compra carros importados para transportar Dilma

Claudio Luis de Souza

Fonte: Do UOL, em São Paulo – [Link do Original: http://goo.gl/yAIyk]

Menos de três meses depois de aumentar em 30 pontos percentuais o imposto sobre produtos industrializados (IPI) dos carros fabricados fora de Mercosul e México, em medida para desestimular Continuar lendo Gente Hipócrita, ou Gente Estúpida?

Fome de Gol (Copa 2014)

O que (dm) não fala é que este dinheiro vai pra uma empresa privada e parceira da Fifa. Já a saúde…

Paulo Rink

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Dilma autoriza R$ 200 mi para ter internet rápida em celulares na Copa de 2014

Fonte: UOL Esporte

Em São Paulo

Dilma Rousseff quer uma Copa do Mundo de 2014 em alta velocidade, pelo menos no que se refere à internet a celulares. A presidente informou nesta segunda-feira, no programa Café com a Presidenta, que o governo destinará R$ 200 milhões para investimentos na infraestrutura de 12 cidades-sede voltados à telefonia móvel.

A ideia é que o brasileiro e também os turistas possam assistir aos jogos também pelos celulares com imagens de alta qualidade.

“Esse é um legado que ficará para toda a população brasileira depois da Copa e das Olimpíadas”, destacou Dilma.

Embora projete a modernização do serviço de transmissão pelos celulares, a presidente reconhece que o povo ainda é carente de um sistema para internet. Ela destaca que a ideia é que a internet popular chegue a todos os municípios até 2014.

“Queremos chegar a, pelo menos, 40 milhões de lares com acesso à internet de alta velocidade, o que é muito importante para o desenvolvimento do nosso país. A internet está presente em tudo: na economia, na educação, nas compras, nas relações pessoais, nos serviços públicos”.

 

Vergonha!!!

Vergonha!

Paulo Rink

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Ao liberar dinheiro público, Kassab diz que povo é padrinho do Itaquerão

Fonte: Esportes – Portal Terra

Vagner Magalhães

Direto de São Paulo

As autoridades que compareceram na manhã desta terça-feira ao Itaquerão, local do futuro estádio do Corinthians, passaram o tempo se esforçando para convencer a opinião pública de que o dinheiro dos governos federal, estadual e municipal investidos no projeto trará lucro aos cofres públicos a médio e longo prazo, e que a possível abertura da Copa do Mundo do Brasil, em 2014, na cidade de São Paulo, acarretará um ganho institucional à cidade, ao Estado e ao País.

Após assinar a lei municipal que autoriza a concessão de incentivos fiscais de até R$ 420 milhões para a construção da Arena Itaquera, o prefeito Gilberto Kassab foi além, ao dizer que o povo brasileiro é padrinho da obra, ainda que muitos se oponham ao investimento. Kassab disse que o incentivo que está sendo dado ao Corinthians serve para todos que queiram se instalar na zona leste de São Paulo.

“O projeto é apenas uma peça em uma grande engrenagem. São diversas etapas, com diversos responsáveis de uma obra que tem um grande padrinho que é o povo brasileiro. Uma obra que tem o apoio fundamental do governo federal, do governo do Estado, da prefeitura de São Paulo, fazendo juntos, esta que será, se tudo correr bem, a arena do jogo de abertura da Copa do Mundo. Sabemos que não é algo definido ainda, mas que é algo apenas encaminhado. Mas a cidade de São Paulo, junto com o governo do Estado, tem se empenhado bastante para que possamos conseguir esse objetivo”, disse.

O secretário especial de Articulação para a Copa do Mundo em São Paulo, Gilmar Tadeu Ribeiro Alves, diz que tanto a Prefeitura como o Estado está confiante em uma Copa do Mundo de sucesso no Brasil. “Aqui em São Paulo não vacilamos para o êxito da Copa no Brasil”, afirmou. Segundo ele, todas as condições estão dadas para que a Fifa escolha o estádio do Corinthians como sede da abertura da Copa do Mundo.

O maior interessado na decisão da Prefeitura, o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, saiu pela tangente. “O estádio é importante para o Corinthians, mas mais importante para o desenvolvimento da zona leste”, disse ele, que foi além: “qualquer cidadão pode pegar dinheiro no BNDES. O contrato da obra está por detalhes jurídicos que vão se resolver nos próximos dias”, disse.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, diz que o Estado só vai investir dinheiro no sistema viário para melhorar a acessibilidade à zona leste. “São R$ 470 milhões. O Estado investe R$ 365 milhões e a Prefeitura R$ 105 milhões. As principais obras são na Radial Leste, melhorando a acessibilidade, acesso à Jacu Pêssego, viaduto sobre a estrada de ferro e passarelas, além de obras da linha 11 da CPTM e na linha 3 do Metrô.

Segundo ele, a Fifa exige 50 mil passageiros por hora em cada sentido, no caso do trem. “Nós vamos oferecer em 2014, 114 mil hora por sentido, mais do que o dobro que a Fifa exige. Vai ser um legado importante”, afirmou.

Alckmin se disse confiante em ter a abertura da Copa do Mundo de 2014 na cidade. “Já foi aprovado São Paulo como cidade da Copa e a confiança é que em outubro seja anunciada como abertura da Copa do Mundo. Temos infraestrutura, hospedagem, segurança, saúde, enfim, tudo o de melhor de uma capital mundial”. Mais cedo, em seu discurso, ele disse ter certeza que a abertura seria em São Paulo.

O ministro do Esporte, Orlando Silva, disse que a presidente Dilma Rousseff (PT), ficou muito feliz com o desfecho da engenharia financeira de São Paulo para ter a abertura da Copa do Mundo.

“Venceu-se uma etapa importante. Está resolvido o problema de São Paulo. Não há que procurar crise onde não existe. O Brasil tem lei. Espero que todas obras públicas sejam feitas com o menor preço, com a máxima concorrência entre as empresas que querem disputar esses empreendimentos, garantir a máxima transparência e que sejam entregues equipamentos de qualidade à população do País”, disse.

Orlando Silva prosseguiu, falando que o dinheiro público aplicado na Copa do Mundo é um investimento. “O empréstimo que o BNDES vai fazer, será remunerado regiamente, porque é um empréstimo que vai ser pago. Assim como o incentivo que a Prefeitura oferece. São iniciativas do poder público para explorar o potencial econômico para esse evento. Incentivo não existe apenas para futebol, mas para implantação de fábricas, para estimular o aquecimento da economia. É uma política. O estádio em São Paulo é um assunto resolvido”, disse. Dia 21 de outubro, a Fifa dá a palavra final.

O Ovo ou a Galinha?

Enquanto a preocupação com habitação se resumir a entregar casas, só veremos um lado da questão. Preocupações como mobilidade, ocupação do espaço e, principalmente, especulação imobiliária deveriam estar na agenda para debate. E agora, quem vem primeiro?

Daniel Pinheiro

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Se Minha Casa, Minha Vida 2 cumprir ritmo, meta subirá para 2,6 milhões de moradias, diz Dilma

Camila Campanerut

Fonte: UOL Notícias

Em Brasília

Em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff lançou nesta quinta-feira (16) a segunda etapa do programa social “Minha Casa, Minha Vida”, com a meta de investir R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014 na construção de dois milhões de unidades habitacionais. A segunda fase duplica o objetivo da anterior de construir um milhão de casas para as populações de baixa renda de todo o país. O programa do Governo Federal é feito em parceria com os Estados e municípios e gerido pelo Ministério das Cidades, com operacionalização da Caixa Econômica Federal.

“Nós conseguimos fazer um milhão. Nós conseguiremos fazer dois. Se daqui a um ano estivermos no ritmo adequado, vamos ampliar os recursos e fazer mais 600 mil”, afirmou ela, durante o evento.

Segundo a presidente, a aquisição das casas provocará um aumento nas compras de móveis e eletrodomésticos da linha branca, por isso o governo estuda uma forma de criar financiamentos para aquisição desses bens pela população.

Depois de concluídas, as casas são vendidas às famílias, sem arrendamento prévio, que possuem renda familiar mensal até R$ 1.600 em áreas urbanas e até R$ 15 mil anuais nas áreas rurais. A este público com rendimento menor será destinada a construção de 1,2 milhão de moradias. Já para o grupo daqueles com renda de até R$ 3.100 mensais na área urbana e até R$ 30 mil por ano na área rural serão construídas 600 mil habitações. E para aqueles que possuem renda de até R$ 5.000 por mês na área urbana e R$ 60 mil anualmente na área rural serão destinadas 200 mil moradias.

Lançado em 2009, o programa registrou a contratação de 1,08 milhão de moradias, 8% a mais do que a meta do governo de 1 milhão de casas.

De acordo com o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), Paulo Safady Simão, na primeira fase do programa das mais de 1 milhão de casas contratadas, cerca de 350 mil foram entregues. Segundo ele, o ciclo da construção de cada unidade é de cerca de um ano e, com isso, haverá entrega de casas da primeira fase do programa ainda em 2011.

Diferenças entre as etapas

Os valores das rendas mínimas mensais dos três grupos-alvo do programa do meio urbano aumentaram de R$ 1.395 para R$ 1.600; de R$ 2.790 para R$ 3.100; e de R$ 4.650 para R$ 5 mil.

O aumento também foi verificado aos moradores do meio rural que recebiam até R$ 10 mil por ano passou para R$ 15 mil; o outro grupo de renda anual até R$ 22 mil subiu para R$ 30 mil; e o terceiro, de R$ 55 mil para 60 mil.

Houve uma alteração da primeira para a segunda fase da atuação do Banco do Brasil, que poderá financiar todas as três modalidades do programa. Até então, o banco operava apenas nas faixas 2 e 3. A partir de 2012, atuará na faixa 1 (a de pessoas com renda menor).

Na segunda fase, todas as casas terão aquecimento solar, antes restrito às unidades nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A metragem das casas também aumentou, de 35 m2 para 39,6 m2, e a dos apartamentos subiu de 42 m2 para 45,5 m2.

Para não dizer que não falei de… Kit Anti-Homofobia? (por Amarildo Esteves)

E não é que depois do post do Raul Avelino a Dilma mandou cancelar o tal kit anti-homofobia? Pois bem, creio que de vem em quando o pessoal do Palácio do Planalto tem arroubos de sensatez. Ou não? Claro que não.

Essa foi mais uma daquelas jogadas para a torcida (da bancada evangélica, CNBB e similares), uma vez que, principalmente os primeiros, prometeram levar adiante a comprovação das denuncias contra o ministro da Casa Civil Antonio Palocci.

E aí, como já é de praxe em solo Brasiliense, acharam o famoso jeitinho para amenizar a situação do ministro que estava ficando feia e, ao mesmo tempo, se livrar de uma bomba que o MEC colocou no colo da Presidente.

O tal kit com certeza está longe de ser a redenção para que os gays fossem tratados como iguais na sociedade brasileira. Longe disso.  Creio que aquele professor que tem uma boa formação pedagógica não precisa de kit para ensinar a seus alunos o tratamento de desiguais como iguais. Pra que serve a Constituição Federal (CF) que no seu capítulo V afirma que todos são iguais perante a lei? Porque criam mais leis (?) se todo mundo sabe que não vai funcionar e que a nossa Carta Magna abrange tudo o que aí está? Se não conseguem cumprir os artigos da CF para que criam leis esdrúxulas? Todo mundo sabe a resposta. Cada vez que se cria uma lei, portaria ou algo similar para direcionar a sociedade, esta lei, esta portaria, ou o nome que se dê a esses penduricalhos nada mais são do que oportunidades para que se locuplete à custa do governo – ou seja, às nossas custas que vamos pagar pela confecção e uso de tais “armadilhas políticas”.

Uma coisa é se discutir de forma saudável a união estável, a introdução do gay nas várias esferas da sociedade enquanto agente transformador como qualquer cidadão. Outra coisa é querer incutir de cima para baixos pensamentos ou ideologias em cabeças de alunos que muitas vezes vão à escola só para matar a sua fome através da merenda que é fornecida na escola.

E aí vem a CNBB e ala evangélica se manifestarem contrários ao tal kit. Tudo bem. Qualquer entidade organizada tem todo o direito de opinar e formar opinião entre seus pares. O que se vê por parte dos evangélicos que possuem uma forte (e rica) bancada no Congresso Nacional são verdadeiros discursos e ameaças que cheiram a atitudes infantis, ou seja, eu quero isso ou não faço aquilo. E aí os crentes se deram bem. Espernearam contra o Palocci e levaram o veto da Presidente para o kit anti-homofóbico.

E a CNBB nem se fala. Não consegue cuidar dos seus. Todo dia tem denuncia de padre pedófilo e eles negando e apoiando. O pessoal do Vaticano é pródigo em querer resolver tudo à sua maneira. Quando eram Estado mandavam matar em nome de Deus todos aqueles que discordavam de sua ideologia. O Vaticano apoiou a escravidão. Inclusive, antes de os escravos partirem da África para o Brasil, eram eles batizados e recebiam um novo nome e eram abençoados na hora da partida pelos padres de então. Na igreja que disse ter feito a opinião pelos pobres duvido que alguém já tenha visto um maltrapilho dentro do templo católico, o que é comum nas igrejas evangélicas. Tá na hora da CNBB procurar o seu lugar como entidade e não como quem um dia foi Estado.

Até o deputado Jair Bolsonaro elogiou a Presidente pela atitude. Deputado este que é um anti-petista ferrenho, e se esforçou muito para acabar com o famoso kit dos companheiros. E conseguiu. Aliás, diga-se de passagem, falastrão e preconceituoso (no mínimo) em suas incursões quando do discurso contra gays e também negros. Bolsonaro,segundo dizem,passou 28 anos de sua vida sem falar com o seu pai porque este era alcoólatra. Certa vez rompeu o casamento porque sua esposa, a quem ajudou eleger vereadora, estava fazendo discurso diferente daquilo que ele Bolsonaro pensava. É a tal história. Façam o que digo, mas não façam o que eu faço.

A união estável está aí. Foi aprovada. Há muitos prós e contras na sociedade. Mas entendo que nada se fez a não ser transformar em ato o que era fato há muito tempo. Muitas vezes julgamos as pessoas por suas escolhas principalmente quando se tratam de homossexuais. Nossa sociedade é preconceituosa, discriminatória e cega porque não quer ver uma realidade que está tão próxima de nós. Temos o direito de não gostar de alguém homossexual, mas temos o dever de respeitá-lo enquanto cidadão que paga os seus impostos, estuda, trabalha, enfim, é um cidadão como qualquer outro que teve uma opção de vida (e nem quero entrar no mérito entre geneticismo ou preferência) diferente daquela que se chama de normal.

Amarildo Esteves

 

O Império Contra-Ataca

Visitando a colônia!

Paulo Rink

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Dilma defende diante de Obama uma ‘reforma fundamental’ na ONU

Para brasileira, mundo mais multilateral vai trazer mais paz e harmonia. Ela pediu o fim das barreiras a produtos brasileiros no mercado dos EUA.

Fonte: Portal G1

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, disse neste sábado (19), em Brasília, que acompanha com grande expectativa os “enormes esforços” do governo Obama para recuperar a economia do país e também reiterou a intenção brasileira de assumir uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Diante do presidente dos EUA, que faz sua primeira visita oficial ao Brasil, Dilma disse que a ampliação do Conselho de Segurança é a base de uma  “reforma fundamental” da “governança global”.

Em discurso no Palácio do Planalto, ela também afirmou que o que move o Brasil na luta por uma cadeira permanente no órgão decisório não é um “interesse menor”, mas a certeza de que um mundo mais multilateral trará mais paz e harmonia entre os povos.

“Defendemos uma reforma fundamental no desenho da governança global. Não nos move, senhor presidente Obama, o interesse menor da ocupação de espaços de representação, e sim a segurança de que um mundo multilateral produzirá benefícios à paz dos povos”, disse a brasileira.

Ela lembrou que, em sua atuação diplomática, o Brasil tem compromisso com a paz, a democracia e o consenso e afirmou que o Brasil tem orgulho de viver em paz com seus dez vizinhos há mais de um século.

Falando pouco depois, Obama agradeceu a Dilma pela atuação conjunta entre os dois países na ONU, também defendeu uma reforma do organismo, mas não citou a aspiração brasileira a um assento permanente.

Pré-sal

A presidente disse que os dois países precisam combinar suas habilidades nos setores de pesquisa e educação, e citou como exemplo a exploração do pré-sal.

Dilma disse que a visita de Obama a “enche de alegria” e está na tradição das boas relações entre EUA e Brasil.

Ela citou o fato de os países terem recentemente eleito presidentes um afro-descendente e uma mulher, mostrando que as duas democracias têm tradição em romper barreiras.

Dilma afirmou que, entre todos os chefes de estado americanos que já visitam o Brasil, Obama é o que encontra o país em estado mais sólido.

A presidente citou os avanços do Brasil nos setores da economia e da ecologia e disse que eles permitiram a criação de empregos e que o país superasse a recente crise econômica internacional.

Segundo Dilma, o governo brasileiro tem compromisso em continuar no caminho do crescimento, garantindo uma prosperidade de longo prazo.

Dilma disse que a prioridade é investir em infraestrutura e em fontes de energia limpa.

Eliminação de barreiras

Dilma também pediu a Obama, de forma bastante direta, a eliminação das barreiras que dificultam o acesso dos produtos brasileiros ao mercado norte-americano.

“Senhor presidente, se queremos construir uma relação de maior profundidade, é preciso também, com a mesma franqueza, tratar de nossas contradições”, disse.

Em um cenário no qual o governo brasileiro luta para impedir uma valorização ainda maior do real, Dilma mostrou preocupação com os “efeitos agudos decorrentes dos desequilíbrios econômicos gerados pela crise recente’.

“Compreendemos o contexto do esforço empreendido pelo seu governo para a retomada da economia americana, algo tão importante para o mundo”, disse Dilma.

“Porém, todos sabem que medidas de grande vulto provocam mudanças importantes nas relações entre as moedas de todo mundo. Este processo desgasta as boas práticas econômicas e empurra países para ações protecionistas e defensivas de toda natureza.”

“Buscamos relações econômicas mais justas e equilibradas”, disse. “É fundamental que se derrubem barreiras a produtos como o etanol, a carne bovina, o suco de laranja, o aço.”

A presidente disse que o Brasil se esforça em sair de uma situação de anos de baixo desenvolvimento, e por isso está aberto a parcerias comerciais.

Ela afirmou que vê o relacionamento entre os dois países com “muito otimismo” e que uma aliança entre os dois países é “uma construção comum”, mas ela tem de ser uma construção “entre iguais”, por mais que os dois países sejam diferentes.