Bullying (Desafio Debatepronto) por Jefferson Anibal

Primeiro que na minha opinião criaram a palavra “Bullying” só para alguns “espertinhos” começaram a falar…mas na minha época de infância nada mais é do que humilhar o colega com xingamentos ou apelidos impróprios…

A maior parte da culpa, acredito eu que seja dos PAIS (eu tbem sou PAI e me preocupo muito), pois defendem seus filhos e ficam com aquela imagem de “meu filho é o melhor e não esta fazendo nada errado”.

Onde estão os princípios da educação, da nossa época ou da época de nossos avós ? Respeitar o mais velho, respeitar o professo, respeitar o colega ???

Jefferson Anibal

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Uma opinião sobre “Bullying (Desafio Debatepronto) por Jefferson Anibal”

  1. É um assunto que eu almejava comentar a um certo tempo… Sofri muito bullying qdo criança, mas ao contrário de ficar acuado, eu revidava. Batia e muito na molecada que vinha tirar gracinha comigo. Mas de uma certa forma, quando voltava pra casa, eu ficava com aquilo na cabeça, que tinha sido uma situação que podia ter sido evitada, que eu poderia conviver em harmonia e continuar a brincar normalmente com aquela “turminha” que eu havia espancado o chefão…

    Qdo li a palavra `pais´, também recordei-me do fato qdo toda esta auto-defesa-kamikaseana começou: Foi exatamente em uma noite quando fazíamos uma passeata contra (digo CONTRA) os Menudos (rsrs, sim, nós os detestávamos), pois as meninas só pensavam no Ricky Martin e naquelas músicas sebosas, como `Não se Reprima`argh!. Tinha uns 10 anos e eu tinha criado umas placas com cartolina pregada com durex nos paus da minha barraca de pano da Turma da Mônica (quem tinha vai lembrar).

    Foi quando o irmão mais velho de uma das meninas que se pôs a chorar, interpelou nossa mega-ultra-passeata a favor dos descriminados machos-alfa-de tamanho reduzido (ou seja, nós hohoho), e quebrou todos meus encaixes de minha tão adorada barraca que eu gostava tanto. Pois é… o cara era grande e não pude fazer nada, a não ser voltar pra casa e pedir para meus pais irem cobrar o prejú. Ao que ouço que eles não iam fazer nada pq eu tinha incitado esta revolução mirim despertando essa ira menudiana. Bem… neste dia vi que estava só, e somente eu mesmo poderia arcar e lidar com meus e tão somente meus problemas.

    Percebi também que se eu não tirasse uma casquinha com alguém também, não seria tido como uma pessoa normal, pois era praxe naquela época, naquela cidade, naquela escola, agir desta forma. Claro que não era tão pesado, era só uma `casquinha`. No fundo rejeitava quem pegava mais pesado nas brincadeiras.

    O tempo passou, cresci, amadureci, e hoje percebo que não aceito certos tipos de brincadeiras que tendem a diminuir as pessoas. Isto me forçou automaticamente a ter um ego inflado, poderia até dizer que criei meu alter-ego de forma espontânea e sei lidar com ambos os lados, sem esquizofrenia, nem fobias. Aprendi a lidar com diferenças e a aceitar desafios, e posso instataneamente me envolver em uma disputa emocional ou capatacional para defender meu status-quo de membro autônomo da sociuedade pós-bullyígmica!

    Eu vejo essa zona toda agora, e as culpas e ações corretivas que se impõe, os castigos subversivos e toda a ira que restava agonizada no subconsciente das gerações anteriores tomarem vida e descontarem nesta nova geração. Hahaha, dou risada com essa exacerbação que se imperou.

    Minha opnião: Tudo tem limite. É da natureza humana as comparações, as brincadeiras, a auto-afirmação e a auto-defesa. Quem aprendeu a lidar com as diferenças quando criança, hoje é uma pessoa autônoma, independente, de carácter. Quem foi criado pela avó, apaziguado pelos pais e cuidado pelo irmãozinho mais velho, hoje são relutantes a fraqueza socio-emocional.

    NO mundo cão, vão sempre existir os maus, os bons, os defensores, os espertos e os tolos, pois vivem em simbiose. E esta heterogênese segue nossos passos desde a época dos neanthertals. Simplificando: Quem reclama de bullying, são medíocres e fracos que não sabem se defender. Polêmico?

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