Abriram-se as portas do picadeiro!

Em dez minutos de suada votação os “queridos” parlamentares aumentaram seus suados salários em mais de 50%. Tiririca, que estava no picadeiro, disse que estava ” com sorte”  Para dm (dilma metamorfose) o aumento foi um pouquinho maior. Afinal a lady merece. Para o povo… circo.

Paulo Rink

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PMDB votará salário mínimo com o governo, diz líder

Por: Claudia Andrade

Fonte: Portal Terra

Direto de Brasília

O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou nesta quinta-feira que o PMDB votará com o governo na questão do salário mínimo. “O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), já me autorizou a incluir o PMDB na lista de partidos que vão ficar 100% com o governo sobre o salário mínimo”.

O governo defende um mínimo de R$ 545 para este ano, com a manutenção da política de valorização do mínimo estabelecida em 2006, que determina a valorização com base na variação do Produto Interno Bruto de dois anos antes e na expectativa de inflação do ano anterior.

O líder do governo disse que “vai trabalhar para convencer toda a base aliada”, formada por 18 partidos. “Se não conseguirmos, vou trabalhar para vencer a votação”. O governo tem mantido conversas com as centrais sindicais sobre o valor do mínimo, já que as lideranças das entidades defendem o mínimo de R$ 580, como uma “excepcionalidade” ao acordo, por conta do crescimento do País.

O deputado, que quer votar a medida no final de fevereiro ou começo de março, afirmou ainda que dentro do governo não há discussões sobre um valor diferente dos R$ 545 proposto pelo Planalto. “Não existe nenhuma discussão no governo de abrir exceção”, disse. “Já sabemos que em 2012 haverá um aumento robusto do mínimo, acima de 11%. Então para 2011, o aumento é para R$ 545”.

Nesta sexta-feira, representantes do governo e de seis centrais sindicais devem se reunir para debater o mínimo e também a correção da tabela do imposto de renda, reivindicada pelas centrais. Líderes sindicais querem um reajuste maior do salário mínimo, de R$ 580.

Mesmo se não ceder à pressão das centrais, não será preciso editar uma nova MP para corrigir o valor, segundo Vaccarezza. A mudança poderá ser feita por meio de emenda. Na medida assinada no fim do ano passado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o piso está fixado em R$ 540. A diferença de cinco reais, para R$ 545, foi calculada neste ano, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechado de 2010.

A lei que estabelece as diretrizes para a política de valorização do mínimo até 2023 prevê que o Executivo terá de encaminhar ao Congresso um projeto sobre a política de valorização, com regras de aumento real a serem adotadas para os períodos de 2012 a 2015, 2016 a 2019 e 2020 a 2023.

Na próxima segunda-feira, Vaccarezza terá reunião com o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, para discutir a pauta de votações para o semestre. Entre as prioridades já anunciadas pelo governo está a discussão da reforma tributária.

Vaccarezza defendeu, para acelerar os trabalhos, que seja usado como base o relatório produzido em 2008 por comissão especial da Câmara presidida pelo então deputado Antônio Palocci, hoje ministro da Casa Civil. O relator do texto, na época, foi o deputado Sandro Mabel (PR-GO). “Podemos usar essa proposta como base, porque vai mais rápido. Acho melhor aproveitar (a proposta) da Casa”, disse o líder.

Com informações da Reuters

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