Dinheiro pra quê mesmo?

Foto perfeita pra lembrarmos deles nas próximas eleições. Tem cada figura. E sobre o asfalto curitibano? E as novas creches? Nada!

Paulo Rink

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CBF cobra definição de estádio de Curitiba

Fonte: Paraná Online

Felipe Lessa

A manutenção de Curitiba como subsede da Copa do Mundo 2014 voltou a ser dúvida. Pelo menos foi o que insinuou o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que em entrevista realizada ontem, na África do Sul, esbravejou sobre indefinições relacionadas ao estádio paranaense do torneio.

Curitiba ainda não colocou em prática nenhuma solução pela viabilidade econômica da Arena da Baixada ou de qualquer outro estádio. Os cartolas do Atlético não confirmaram se podem adequar sua casa para a competição, ficando dependentes de alternativas propostas por prefeitura e governo. Tal fato desagradou Ricardo Teixeira, que também preside o Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014.

“Temos uma certa dúvida em relação a Curitiba, pois o estádio vem tendo problemas na parte financeira. Essa dúvida é porque não recebemos o relatório final da análise financeira do estádio do Paraná”, explicou o presidente da CBF e do COL, também reclamando da situação de São Paulo. Teixeira estipulou prazo até o final do mês para o Paraná dar a resposta definitiva.

A comitiva chefiada pelo governador do Paraná, Orlando Pessuti, e pelo prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, manteve a Arena da Baixada como palco da Copa na capital.

Planos B ou C envolvendo estádios como o Pinheirão e a Vila Capanema, porém, não foram descartados. “Estamos abertos a discussão se for necessário”, disse Pessuti.

O Atlético não se pronunciou sobre as declarações de Teixeira. O clube também manteve silêncio sobre questões como “naming rights’ (cessão do nome do estádio) da Copel, títulos de potencial construtivo e a possível parceria com a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP).

A diretoria do clube tem repetido que não pretende desembolsar mais que 33% das obras – estipuladas no total em R$ 150 milhões. O ministro do Esporte, Orlando Silva, ainda assim disse ter ficado animado com a conversa que teve com o prefeito de Curitiba e o governador do Paraná.

No entanto, fez um alerta sobre a viabilidade econômica do estádio curitibano. “Cada dia que perdemos, aumenta o risco de problemas nas obras. O tempo você pode recuperar, mas você gasta dinheiro com isso”, disse.

Em contrapartida com toda indecisão sobre o futuro de Curitiba, o governo de Santa Catarina e as diretorias de Avaí e Figueirense iniciam uma movimentação de bastidores para sediar o torneio – caso a capital paranaense seja descartada por Fifa e CBF.

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