Publicado por: debatepronto | Novembro 10 2009

Água no Requeijão

Está difícil a situação. Nervos à flor da pele. Será que cortam o ponto?

Nessas horas, só nos resta cantar:

“Bebeu Água? Tá com sede? Olha olha olha água mineral, água mineral…”

Daniel Pinheiro

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Irritado com protesto, Requião manda cortar ponto e ameaça demitir servidores da Sanepar

Trabalhadores fizeram manifestação pouco antes da Escola de Governo para pedir pagamento de PPR. Bronca sobrou ainda para a direção da companhia, que, segundo Requião, estaria se negando a cumprir determinação de liberação do benefício

10/11/2009 | 12:35 | Célio Yano

Fonte: Gazeta do Povo

Uma manifestação de servidores da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) pelo pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) referente a 2008 irritou o governador Roberto Requião (PMDB) na manhã desta terça-feira (10). Requião foi surpreendido pelo protesto quando chegava ao auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), onde participaria da reunião da Escola de Governo. Já na fala de abertura da “escolinha”, disse que não toleraria esse tipo de atitude, e determinou à direção da Sanepar descontar o dia de trabalho dos manifestantes.

“Manda fotografar essa gente e cortar o ponto, e se insistirem manda demitir”, falou Requião. O governador lembrou que já determinou em outubro, também na Escola de Governo, o pagamento de cerca de R$ 1,6 mil para cada servidor da Sanepar, referente à PPR de 2008. “Querem transformar uma posição justa do governo em conquista do sindicato”, acusou. Aproximadamente 150 pessoas participavam do protesto, segundo os organizadores.

A bronca sobrou também para a direção da companhia, que, segundo Requião estaria se negando a cumprir a determinação, sugerindo o pagamento da participação nos lucros de forma proporcional, ou seja, de acordo com o salário dos servidores, e não linear, de forma igualitária independentemente do cargo. “Se não cumprir, mando demitir toda a direção da Sanepar”, ameaçou. O presidente da companhia, Stênio Jacob, estava presente na plateia do auditório, mas não respondeu às provocações do governador.

Entenda o caso

O pagamento da participação nos lucros de 2008, que, ao todo, soma R$ 10 milhões, estava emperrado em razão de um impedimento legal. A companhia alegava que tinha uma dívida de R$ 774 milhões com o governo do estado, e um decreto estadual veta o benefício do órgão quando há débitos com o tesouro estadual. Insatisfeito com a justificativa, o Sindicato dos Trabalhadores no Saneamento (Saemac) promoveu dois protestos no mês de outubro para pressionar a companhia a liberar o pagamento.

No dia 27 de outubro, Requião assinou um ato de excepcionalidade do decreto estadual que impedia o pagamento, para que os servidores pudessem receber o benefício, mas a liberação efetiva do valor ficou a cargo da Sanepar. “[O pagamento] depende do caixa da Sanepar. Será pago até o fim do ano da forma que eu determinei”, garantiu Requião nesta manhã. Em todo o Paraná, a Sanepar tem aproximadamente 6,5 mil empregados, dos quais dois mil atuam em Curitiba.

Apesar de ser alvo das ameaças do governador, o presidente do Saemac, Gerti José Nunes, que participou da manifestação em frente ao auditório do MON, disse ter saído satisfeito do protesto. “Agora estamos seguros de que o pagamento do PPR será feito de forma linear”, afirma.

Sobre o desconto das horas paradas, Nunes procurou amenizar a discussão. “Não creio que teremos o ponto cortado efetivamente. Logo depois da fala [de Requião], deixamos o local e voltamos a trabalhar, como ele pediu”. Ainda segundo ele, as atividades não chegaram a ser prejudicadas nas unidades da Sanepar em Curitiba.

Procurada pela reportagem, a Sanepar informou que a diretoria da companhia deverá se pronunciar, na tarde desta terça-feira, por meio de nota que será enviada à imprensa.

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Publicado por: debatepronto | Novembro 10 2009

Ouro Fino: Fábrica de Refrigerantes? (Consumo)

Que entre forte na concorrência. E vamos ver aonde chega. Merece!

Daniel Pinheiro

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Ouro Fino começa a fabricar refrigerantes

Publicado em 10/11/2009 | Franco Caldas Fuchs, especial para a Gazeta do Povo

Fonte: Gazeta do Povo

Investindo cerca de R$ 1,2 milhão, a Ouro Fino entra agora no segmento de refrigerantes, disputando um mercado dominado por multinacionais como Coca-Cola, AmBev e Pepsi, e que em Curitiba tem a forte presença da Cini, empresa local centenária.

Batizada de Ouro Fino Fresh, a nova bebida da empresa de Campo Largo estará nas gôndolas dos supermercados a partir do dia 15, nas versões 500 ml e 1,5 l, e com as opções de sabores maçã e limão, tangerina e maçã, e limão.

Para se diferenciar dos demais refrigerantes, a estratégia utilizada pela Ouro Fino será destacar a qualidade de sua água. “Internacionalmente, os refrigerantes comuns têm perdido consumidores, que os consideram muito artificiais”, diz o presidente do conselho da Ouro Fino, Guto Mocellin. “Oferecer um produto feito com água mineral é então a nossa forma de agregar um valor novo à bebida”, explica.

Segundo Mocellin, a expectativa é que a Ouro Fino Fresh, junto com suas águas saborizadas (no mercado desde 2007) e um novo produto a ser lançado em dezembro, representem 17% do faturamento total da empresa em 2010. “O restante do faturamento continuará vindo do galão de 20 litros, ainda o nosso carro-chefe, e das embalagens descartáveis de água.”

Sobre a perspectiva de crescimento da Ouro Fino em 2010, Mocellin espera que atinja os 15%, superando bastante o desempenho de 2009. “Ainda não fizemos um balanço de 2009 mas, se tivermos algum crescimento, será mínimo. A crise e as chuvas no início do ano nos afetaram bastante, e só nos últimos meses é que sentimos uma tendência de normalização do setor.”

Disputa

Se no mercado de água mineral do Paraná a Ouro Fino é líder, com 50% de market share, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais, no mercado de refrigerantes a empresa enfrentará uma competição muito mais acirrada. O produto deve concorrer com os refrigerantes com menos gás, como Aquarius, da Coca-Cola, e H2O!, da Pepsi.

Concentração

Distribuição do mercado de refrigerantes no Paraná

55% Coca-Cola

13% AmBev e Pepsi

8% a 10% Cini

22% a 24% Outras marcas

Fonte: Sindibebidas-PR

Publicado por: debatepronto | Novembro 10 2009

Heitor e Doni (Tira 19)

Heitor e Doni (Tira 19)

Publicado por: debatepronto | Novembro 9 2009

Moralismo Babaca III

Amigos Leitores,

Eu ia apenas registrar um comentário no texto do Alison Endler que por sua vez derivou o texto de outro do Daniel, este sob o título de Moralismo Babaca e aquele, Moralismo Babaca II. Mas, como eu sempre me empolgo a coisa acabou virando outro texto e assim caminha a humanidade e o blog Debatepronto.

Olha, que somos um povo ridiculamente hipócrita não resta a menor dúvida, assistimos, promovemos e adoramos toda forma de sacanagem possível e quanto mais promíscua mais interessante, mas a nossa formação “católica, apostólica, romana” nos impede de admitir e mais do que isso nos impulsiona a reprimir, sem muito sucesso é bom que se diga, não só a nossa, mas, principalmente a sacanagem alheia. Daí a palhaçada no campus da UNIBAN.

Outro dia eu conversava com o Daniel e não me lembro se o resultado dessa conversa chegou a ser postado aqui, mas o assunto girava em torno da tal passeata em favor da descriminalização da maconha e eu manifestei na ocasião a minha indignação, muito mais pela reunião de pessoas do que pela causa em si, pois, se algum maluco beleza resolve arregimentar meia dúzia de malucos beleza pra fazer um movimento em prol da liberação da “marijuana”, em questão de segundos se reúne uma multidão disposta a quase tudo. Em outro momento um cidadão de preferência sexual alternativa resolve promover uma passeata pela defesa dos direitos gays, também em segundos reúne-se uma multidão dessa vez, de “simpatizantes”. E que fique bem claro que eu não digo isso como forma de manifestar qualquer tipo de preconceito, muito pelo contrário eu sou completamente a favor de todo e qualquer tipo de manifestação ordenada em defesa do que quer que seja, agora, porque é que pra esculachar a pobre da gordinha do vestidinho vermelho todo mundo se mobiliza e pra combater a péssima qualidade do ensino no geral ninguém se mexe? Essa tal de UNIBAN figura nas últimas colocações na lista nacional de classificação qualitativa de ensino do MEC e não me consta que nenhum dos mais de 60 mil universitários de “tão conceituada instituição”, “bastiões da moral e dos bons costumes” e que pagam pelo ensino que recebem, tenham se manifestado a respeito!

Assim, como não vemos nem malucos, nem caretas, nem boiolas, nem machões se reunindo e promovendo, por exemplo, uma caminhada FORA SARNEY!

O que me leva a concluir que aqui nesse país só o que importa é fazer a cabeça e dar pinta, sentar sobre o próprio rabo e apontar o rabo alheio equanto ao resto, ah, o resto que se dane isso aqui é Brasil!

É bem como dizem os Cassetas, “Ê povinho bunda!”

Ah sim e quanto à gordinha feia do vestidinho vermelho, se ela tinha que ser punida por alguma coisa que fosse por mau gosto, ô mulherzinha brega!

Falei.

Raul Avelino.

Publicado por: debatepronto | Novembro 9 2009

Dica de Espetáculo (Cultura)

O Visitante

Publicado por: debatepronto | Novembro 9 2009

Rasguem seus Diplomas

O Paulo Rink, que enviou esta, está com vontade de rasgar o dele. Não faço com os meus, porque os acho tão bonitinhos. Mas, que dá vontade dá. Vejam esta pérola: “Tem gente que acha que a inteligência está ligada à quantidade de anos de escolaridade que você teve. Não tem nada mais burro que isso. A universidade te dá conhecimento. Inteligência é outra coisa.”

Tô fazendo as malas! Alguém, já disse, apague a luz.

Daniel Pinheiro

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Para Lula, ‘ódio’ de FHC se deve à ‘incompetência’

Agência Estado

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, atribuiu as críticas que recebeu do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) na última semana ao “ódio” do tucano em relação a seu governo. “Eu compreendo o ódio que isso causa. Um intelectual ficar assistindo um operário que só tem o 4º ano primário ganhar tudo o que ele imaginava que iria ganhar e não ganhou por incompetência é muito difícil”, disse ele, interrompido por palmas e um coro de “Olê Olê Olê Olá Lula” de mais de 800 pessoas que assistiam à abertura do 12º Congresso do PCdoB, no Palácio das Convenções do Anhembi, na zona norte da capital paulista.

O petista revidou também o ataque do compositor Caetano Veloso, que chamou Lula de “analfabeto” em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Essa semana foi engraçada. Eu fui chamado de analfabeto, de ditador, por ter indicado a Dilma (Rousseff, ministra da Casa Civil) pelo ‘dedaço’ e ganhei o título de estadista do ano”, discursou Lula, em referência ao prêmio Chatham House 2009, que recebeu em Londres por seu empenho nas relações internacionais na América Latina.

O presidente ironizou o fato de não ter a “sapiência dos sociólogos”, em uma referência à formação de Fernando Henrique, e dissociou a inteligência do saber acadêmico. “Tem gente que acha que a inteligência está ligada à quantidade de anos de escolaridade que você teve. Não tem nada mais burro que isso. A universidade te dá conhecimento. Inteligência é outra coisa.”

Para o petista, na política, vale mais a inteligência do que o conhecimento. “Muito mais”, enfatizou. “A inteligência de saber formar uma equipe não está no livro. Está na sensibilidade. A inteligência de tomar decisões não está no livro. Está no caráter e no compromisso do dirigente.”

Lula comparou Fernando Henrique a um jogador de futebol que fica no banco de reservas torcendo para que um titular se machuque para poder entrar em campo. “Fernando Henrique tinha certeza de que nós seríamos um fracasso e de que ele poderia voltar por conta do meu fracasso”, disse. “É isso que magoa. Eu lamento. O mundo não deveria ser assim.”

Apesar de mostrar-se incomodado com as críticas do ex-presidente tucano, Lula tentou contemporizar: “A vida é assim. A pessoa fala o que quer, ouve o que não quer. A vida é dura.” Ele disse ainda não guardar rancor em relação aos ataques. “Não sou homem de carregar mágoas por mais de cinco minutos. O mandato não permite que a gente fique brigando por coisas secundárias.”

Hitler

O presidente afirmou sentir “pena” dos tucanos por eles planejarem um programa de treinamento de cabos eleitorais no Nordeste do Brasil com vistas às eleições de 2010. “É um pouco o que o Hitler fazia, para que os alemães pegassem os judeus. Ou seja, vamos treinar gente para não permitir que eles sobrevivam”, disse ele, em referência ao ditador nazista alemão, Adolf Hitler.

Para Lula, a estratégia do PSDB no Nordeste não vai funcionar. “Eles vão encontrar lá gente do PCdoB, PT, PDT, PSB, CUT (Central Única dos Trabalhadores) e todas as centrais, MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e movimento popular. Acho que vão se dar um pouco mal.”

Eleições

Último a falar, após duas horas de discursos de parlamentares e ministros, Lula deu sequencia ao clima de palanque petista do evento. Possível candidata do PT à Presidência em 2010, Dilma foi saudada pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), como “futura presidenta do Brasil”.

Em tom de conclamação, Lula alertou para o risco de retrocessos caso seja eleito no próximo ano um presidente que não Dilma. “Quem é prefeito ou governador sabe bem que um estranho no ninho pode desmontar em apenas dois anos tudo o que foi feito. E não venham dizer que o movimento popular não deixa por que é bobagem.”

O pleito de 2010 será o primeiro em décadas do qual Lula não participará como candidato. “Tenho uma certa tristeza. Essa vai ser a primeira eleição para presidente da República em que meu nome não vai estar na cédula. Na minha cabeça vai ter um vazio”, brincou. “Por isso, depois dele (Lula), (vem) a Dilma, para poder consagrar a continuidade de um projeto.”

Publicado por: debatepronto | Novembro 9 2009

Sobre o Lixão da RMC

Estou em Curitiba há apenas 8 anos, não me considero a melhor pessoa para opinar sobre o assunto. Porém, nestes anos, não ouvi, dentre todos os discursos, nada coerente. Pouquíssimos se arriscam a dar uma opinião sólida, ou seja, com SOLUÇÃO. E, o pior, não parece haver “alternativa inteligente” nunca, pois se há algo sensato que possa ser discutido, a turma do “não dá certo” logo abafa. Por que não aparece uma turma do “vai dar certo”? Críticas sobre um assunto tão delicado existem inúmeras. E diminuir a produção de lixo? E taxar verdadeiramente o lixo e desperdício dos grandes produtores de resíduos para que eles, sim, procurem soluções viáveis, a começar pelo tratamento no seu próprio local de geração? Por que não é possível? No final, quem vai continuar a perder será sempre a população.

Daniel Pinheiro

Publicado por: debatepronto | Novembro 9 2009

Moralismo Babaca II (comentário de Alison Endler)

No ultimo dia 5 o Daniel postou aqui no blog um texto intitulado “ô moralismo babaca” onde eu disse que a autora tem uma visão parecida com a minha. Logo depois leio que a aluna Geysi Arruda voltaria às aulas normalmente e fiquei pensando como seria.

Boa coisa dali não poderia sair, não sou otimista o suficiente para acreditar que tudo voltaria ao normal e que tudo correria tranquilamente. Dito e feito. A garota passou por uma sindicância que ao que parece serviu apenas para expulsarem a aluna, dando desculpas que no mínimo parecem atitude de um colégio para freiras do inicio do século passado. “…indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade”.

Sejamos francos, todos nós que passamos por uma faculdade ou universidade já tivemos colegas ou, até porque não, namoradas que usaram roupas curtas e nem por isso foram hostilizadas pelos colegas. Muito pelo contrario, adorávamos ver as meninas e ficávamos ansiosos com a chegada do verão.

Expulsar uma garota por usar roupa curta? Nem mesmo minha avó que é uma beata retrograda, se eu perguntar é capaz de ela dizer que não é pra tanto.

Alison Endler

Publicado por: debatepronto | Novembro 6 2009

Trem Pé Vermelho

Será que sai? Mesmo?
Vamos lá.

Daniel Pinheiro

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Estudo de viabilidade de Trem Pé Vermelho ficará pronto em 6 meses

Segundo Ferroeste, o trem é viável e a decisão de adotá-lo é irreversível. O estudo apontará demanda, horários, entre outros aspectos

06/11/2009 | 16:19 | Fábio Luporini

Fonte: Jornal de Londrina

O estudo de viabilidade que apontará a demanda real e as obras necessárias para a ligação entre Londrina e Maringá por meio de uma linha de trem para passageiros deve ficar pronto em seis meses. A necessidade de instalação, já confirmada em estudos anteriores, foi discutida em um seminário nesta sexta-feira (6) em Londrina. Entre os participantes, o presidente da Estrada de Ferro Paraná Oeste (Ferroeste), Samuel Gomes, e o diretor do Departamento de Relações Institucionais do Ministério dos Transportes (MT), Afonso Carneiro Filho.

De acordo com Gomes, um estudo da década de 1990, realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) já mostrava a ligação entre Londrina e Maringá como o segundo projeto no país com grande viabilidade para instalação de trens regionais de passageiros. “Já na época constatou-se a viabilidade. De lá para cá muitas coisas mudaram para melhor. O Brasil mudou e até a região se desenvolveu”, afirmou. O projeto é denominado “Trem Pé Vermelho” e o início do estudo está previsto para os próximos 30 dias.

“Segundo o estudo desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro nossa região é uma das áreas mais propícias para este tipo de transporte. É um transporte rápido, seguro e barato”, destacou o prefeito Barbosa Neto (PDT). Já o prefeito de Maringá, Silvio Barros (PP), destacou a proximidade do projeto. “Há pouco mais de um ano, quando retomamos a discussão, parecia um projeto distante. Agora parece que o projeto tomou corpo, está pronto para ser viabilizado. Estudos mostram que a região a ser beneficiada está entre as mais viáveis para o transporte de passageiros por trilhos de todo o Brasil”, ressaltou.

Gomes ressaltou que o desenvolvimento de uma conurbação entre Londrina e Maringá fez aumentar a demanda por este meio de transporte. “Surgiram empreendimentos e aumentou a demanda por mobilidade. As condições são favoráveis”, afirmou. O estudo, segundo Gomes, apenas vai atualizar as informações, como a demanda, os custos, horários de pico, entre outros. “Em seis meses teremos o projeto devidamente com o estudo feito. Aí determinaremos as obras. Tudo leva a crer que será necessário fazer uma linha exclusiva para passageiros.”

O presidente da Ferroeste adiantou que a proposta é instalar um trem moderno, com velocidade e conforto. “Haverá condições de trabalha nele, com o computador e comunicabilidade”, disse. “O trem é viável e a decisão de adotá-lo é irreversível”, completou Gomes.

Cidades da região

A implantação do “Trem Pé-Vermelho” entre Londrina e Maringá, trecho interligado por linha férrea, beneficiará os seguintes municípios: Ibiporã, Londrina, Cambé, Rolândia, Arapongas, Apucarana, Cambira, Jandaia do Sul, Mandaguari, Marialva, Sarandi, Maringá e Paiçandu.

No dia 26 de agosto, prefeitos de doze cidades da região já tinham se reunido em Maringá, para discutir o assunto. Na ocasião, Gomes disse que ainda era cedo para falar em prazos, mas ele acredita que em 2011 os vagões já estejam nos trilhos, literalmente.

Vantagens na viagem

O público atendido terá basicamente dois perfis. Um regional, para quem precisa simplesmente viajar entre os dois centros. Outro metropolitano, voltado para a população das regiões que têm Londrina e Maringá como polo e que precisam ter outras opções de deslocamento. Este com maior demanda.

Também seria destinado às pessoas que estejam visitando a região Norte/Noroeste do Paraná, embora o objetivo principal não seja turístico, mas de desenvolvimento econômico. Para brigar com o fator tempo, que não seria muito alterado em comparação com a viagem de carro ou de ônibus (que varia entre uma hora e uma hora e meia) e com pelo menos 10 paradas nas cidades que devem ganhar estações, os entusiastas apostam na segurança e nos preços acessíveis. “Em países que já adotam o meio de locomoção, a tarifa é subsidiada”, exemplificou Gomes. Conforto também conta, e os carros devem ter, inclusive, com acesso à internet.

Publicado por: debatepronto | Novembro 6 2009

Atualizações do Blog

Olá,

Semana terminando, mês de novembro começando. Último passo até o tão esperado Dezembro e, com ele, para alguns, a chegada das férias. Mas, continuando nossos trabalhos por aqui, trazemos as novidades de mais uma semana.

Para dar uma variada, deixamos no final lista dos textos mais lidos, no Ano e nos últimos 30 dias. Se você perdeu alguns deles e ficou com vontade de ler novamente, mas está com preguiça de procurar, vale a pena conferir.

Ótimo final de semana!

Daniel Pinheiro

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Tiras do Heitor e Doni

Heitor e Doni (Tira 18)

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Posts da Semana (em Ordem Alfabética)

01 (Bolsa) Família Curitiba II
02 Bolsa Família, Família Curitibana. Meu bolso???
03 Contem para os seus filhos…
04 Curso de Inglês Gratuito – PMC (Serviço)
05 Curta…
06 Dar uma dura não adianta. Mesmo!
07 Emissários Bíblicos – Lula e sua trupe???
08 Fechado para Balanço
09 Finalmente, ele caiu. Pena. Só do palco!
10 Moralismo Babaca
11 Museu Do Automóvel, Ulbra, Reitor – Não Necessariamente Nesta Mesma Ordem
12 Pedreiro: morto ou vivo??? Melhor ir no boteco…
13 Qual é a música???
14 Saudades…
15 Trabalho Escravo

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Textos Mais Lidos (Top 10)

Do Ano

CONSUMISMO x CONSUMERISMO: Uma reflexão

Postura Abusiva – Preço do Álcool Gel Di

Vacina H1N1 e Sua Eficácia

Dissidentes em Ação

A Marca Topper (Especial Consumo)

Tropeço Gigantesco da Agência DM9

Música Sertaneja é uma Droga???

Produção de Vacina – Influenza A (H1N1)

Uso de Agrotóxicos no Brasil: liderança

Professor Ontem e Hoje

Quem é esse novo consumidor? (se é que e

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Dos Últimos 30 Dias

Música Sertaneja é uma Droga???

Vacina H1N1 e Sua Eficácia

CONSUMISMO x CONSUMERISMO: Uma reflexão

A Boa e Velha Pelada (Esporte e Saúde)

Desespero? Médico rouba paciente.

Prós e Contras da Redução da Jornada de

Letra de Introdução ao Hino Nacional Bra

Qual é a música???

Uso de Agrotóxicos no Brasil: liderança

Conhecendo Max Weber (por Paulo Rink)

Publicado por: debatepronto | Novembro 6 2009

(Bolsa) Família Curitiba II

Acho melhor nem comentar. Não é eleitoreiro, mesmo? Tá bom.

Passou um gnomo aqui em frente. Deu tchauzinho.

Daniel Pinheiro

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Richa lança programa em clima eleitoral

Apresentação do “Bolsa Família” municipal teve palco, discursos, afagos a moradores e deputado falando que o prefeito será o novo governador do Paraná

Publicado em 06/11/2009 | Euclides Lucas Garcia

Fonte: Gazeta do Povo

O lançamento ontem do programa Família Curitibana, uma espécie de “Bolsa Família” patrocinado pela prefeitura de Curitiba, teve clima de campanha eleitoral. Pré-candidato declarado ao governo do estado, o prefeito Beto Richa (PSDB) subiu ao palco acompanhado de deputados estaduais e vereadores, que chegaram a referir-se ao prefeito como o próximo governador do estado.

Richa também distribuiu beijos e abraços aos moradores do Tatuquara (bairro onde o programa foi lançado), posou para fotos com crianças e afirmou que a sua família é a cidade de Curitiba, em alusão ao programa lançado ontem. “O Beto é o nosso ‘deus’ aqui”, disse uma moradora que foi convidada a discursar em nome da população.

Do lado de fora do local onde ocorria o evento, estavam estacionados vários ônibus, que trouxeram moradores de outros bairros para participar do lançamento do programa. Em frente do palco no qual foram feitos os discursos, uma tenda protegia do sol as pessoas que chegaram duas horas antes do horário previsto para o início da cerimônia. Quando a presença do prefeito finalmente foi anunciada, houve uma grande comemoração e gritos de “Beto, Beto”.

No palco, ao lado do prefeito, estavam os deputados tucanos Valdir Rossoni, Ademar Traiano e Mauro Moraes, além de sete vereadores da base aliada na Câmara e vários secretários municipais.

Antes dos discursos oficiais, duas moradoras subiram ao palco para homenagear Richa. Ao declamar um poema, Tereza dos Santos de Lima classificou o prefeito como uma “nova luz” na vida da população do bairro e disse que o programa municipal ajudará “o povo a sair da lama”. Em seguida, ela entregou flores à primeira-dama e presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Fernanda Richa. Já a moradora Marli Fátima de Souza afirmou que o bairro estava “largado”, mas que , agora, “a nossa Terra Santa (uma vila da região) está melhorando graças ao Beto”.

Falando em nome dos deputados presentes, Mauro Moraes (PSDB) criticou a política de segurança pública do governo estadual e disse que Richa está trabalhando além do que é sua responsabilidade, ao “não cruzar os braços nem fechar os olhos para o caos que vive o Paraná”. “Estou descrente com o nosso governo (estadual). Mas isso mudará em 2011, com o nosso próximo governador”, disse o parlamentar, numa clara referência ao prefeito de Curitiba, que é pré-candidato ao governo do estado.

Críticas da oposição

Em seu discurso, o prefeito tucano negou que o Família Curitibana seja um programa assistencialista e defendeu que a população carente não precisa de esmola, mas de oportunidade. Pelo programa, 7 mil famílias da cidade receberão R$ 50 mensais para comprar alimentos em armazéns mantidos pela prefeitura, além de participarem de outros projetos de inclusão social. Segundo Richa o programa é melhor que o Bolsa Família, mantido pelo governo federal.

Para a oposição, no entanto, o projeto tem objetivos diretamente ligados à eleição de 2010. “A própria direita questionava o Bolsa Família; dizia que era eleitoreiro. E, agora, às vésperas da eleição surge esse programa”, criticou o líder do PT na Câmara, vereador Pedro Paulo, em entrevista publicada pela Gazeta do Povo na última terça-feira. “Para mim, parece haver outros objetivos, além do atendimento social. Acho que é puramente eleitoral”, complementou o vereador petista na entrevista.

Em resposta aos críticos, Richa classificou as declarações como lamentáveis e disse que “essas são pessoas sem interesse em trabalhar pelo bem da cidade”. “Não sou contra a oposição. Mas alguns criticam por criticar e defendem que quanto pior, melhor”, declarou o prefeito, que logo depois do lançamento do programa embarcou em um helicóptero, que o aguardava num campo de futebol próximo ao local do evento, para ir embora do Tatuquara, bairro da periferia no Sul de Curitiba.

Família Curitibana

Projeto não aparece no orçamento

Apesar de a prefeitura negar que o programa Família Curitibana tenha sido concebido às pressas, com vistas à eleição do ano que vem, o programa não aparece no orçamento de 2009 da prefeitura.

O secretário de Abastecimento, Norberto Ortigara, afirma que não é necessário dizer na Lei Orçamentária Anual (LOA) exatamente o que será feito com o dinheiro previsto no orçamento. “O destino dos recursos é feito de forma genérica.”

Neste ano, o programa vai consumir R$ 4 milhões do Fundo Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, recursos previstos na LOA. “Quem decide o que fazer com essa verba é o conselho responsável por administrar o fundo, que destinou parte dos recursos para o programa. Tudo feito dentro de uma base legal”, afirmou o secretário.

Ortigara contou ainda que o programa vinha sendo discutido desde 2008 e que só não havia sido lançado antes pelas decisões em torno da concepção do projeto e por questões técnicas envolvendo os cartões que serão entregues às famílias, por meio do qual os beneficiários receberão os R$ 50 mensais. “Estudamos o exemplo do Chile Solidário e de programas brasileiros antes de idealizarmos o Família Curitibana.”

O secretário disse ainda que o objetivo do programa é retirar da condição de pobreza, até 2012, 7 mil famílias que se encontram em situação de alto risco. Além dos R$ 50 reais para a compra de alimentos, as famílias beneficiadas pelo projeto terão acesso a qualificação profissional, garantia de acesso e permanência na escola e melhorias nas condições de saúde e moradia. (ELG)

Publicado por: debatepronto | Novembro 6 2009

Trabalho Escravo

É imoral que isto continue a acontecer. A ganância não tem limites. E, o pior, é mais comum do que imaginamos. Pior que isso, só o assédio moral. Este sim, ninguém admite e é mais que rotineiro.

Segue o cortejo.

Daniel Pinheiro

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Dez trabalhadores são encontrados em condições análogas à escravidão em fazenda de Bituruna

De acordo com o procurador do MPT, Gláucio Araújo de Oliveira, os problemas encontrados no local eram relacionados ao alojamento dos trabalhadores

05/11/2009 | 18:44 | Fernanda Leitóles

Fonte: Gazeta do Povo

Dez trabalhadores foram encontrados em uma propriedade rural em Bituruna, na região Sul do estado, em condições análogas à escravidão nesta quinta-feira (5). A fiscalização foi feita pelo Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR), com o auxílio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e da Polícia Federal. A propriedade rural atua na produção de erva-mate, pinus e também com a pecuária. O dono da fazenda não foi encontrado.

De acordo com o procurador do MPT, Gláucio Araújo de Oliveira, os problemas encontrados no local eram relacionados ao alojamento dos trabalhadores. Segundo Oliveira, seis dos dez homens estavam instalados em barracões de lona de plástico, dormiam em camas improvisadas e não tinham banheiro. Outros quatro trabalhadores moravam em uma área anexa a um curral.

O procurador afirmou ainda que eles não tinham carteira assinada, mas recebiam pagamentos quinzenais de acordo com a quantidade de erva-mate que extraiam. “Eles também não recebiam equipamentos de segurança. Os poucos itens que alguns tinham, como botinas, foram eles que compraram”, completou o procurador do MPT.

O responsável pela fazenda será notificado pelo MPT. O órgão irá agendar uma reunião para sábado (7), na fábrica de compensado que tem na cidade. O dono da propriedade deverá acertar os pagamentos dos trabalhadores e também deverá assinar o termo de ajustamento de conduta.

Publicado por: debatepronto | Novembro 6 2009

Dar uma dura não adianta. Mesmo!

É lamentável que tenhamos que “ouvir” (ou ler) passivamente a declarações deste tipo. Ótima entrevista, péssimas respostas. E assim caminha a humanidade, com aqueles mesmos passos de formiga. E é melhor nem falar da vontade.

Segue o baile.

Daniel Pinheiro

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Padilha: Investigação da PF não inibe candidatura de ninguém

Eliano Jorge

Fonte: Terra Magazine

O deputado federal Eliseu Padilha, do PMDB gaúcho, resiste a mais de um ano de investigações da Operação Solidária, da Polícia Federal, preservada por segredo de justiça e autorizada pelo Supremo Tribunal Federal. Garante sair ileso das acusações por tráfico de influência e fraudes no Rio Grande do Sul. Até cogita uma eventual candidatura a governador do seu Estado.

Embora admita que a investigação não terminará tão cedo, ele acredita que a situação não o afeta para as próximas eleições. Caso contrário, “não vai ter ninguém candidato no Brasil inteiro”, afirma Padilha. “Qual candidato que não tem algum tipo de participação em algum tipo de investigação?”, generaliza o ministro dos Transportes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

- No resumo de todos os fatos apurados nesta dita operação, não tenho participação em nenhum deles. O que dizem é que tentei ajudar um empresário, que foi desclassificado na fase de habilitação de uma licitação – isenta-se o parlamentar.

Padilha recorre a seu posicionamento político para valorizar seu caráter: “Não aderi ao governo Lula exatamente porque tenho princípios. Nas duas eleições em que o presidente se elegeu, ele perdeu aqui, no Rio Grande do Sul, e eu estive no comando da campanha oposicionista”. Assim segue: “Aqui, a possibilidade de acordo com o PT é zero”.

Plantado nesta posição, se declara um intransigente defensor da candidatura própria do seu partido à presidência da República. “O PMDB não a tem disputado, há várias eleições, fundamentalmente, porque não tem uma proposta para o Brasil”, reclama o secretário-geral da legenda no Rio Grande do Sul.

Em âmbito estadual, após indícios de confrontos com o correligionário e senador Pedro Simon, não manteve apoio à governadora Yeda Crusius, do PSDB, e, reclamando de supostos boicotes internos, propalou uma antiga vontade de apostar num candidato peemedebista. “Ganharemos a eleição com qualquer candidato, se fizermos, no tempo certo, o que tem que ser feito. Aqui, o PMDB só perde para ele mesmo”, aposta.

Confira a entrevista.

Terra Magazine – Qual sua opinião sobre o pré-acordo do PMDB para apoiar o PT na eleição presidencial e sobre uma eventual candidatura peemedebista com Roberto Requião ou Nelson Jobim?

Eliseu Padilha - Inicialmente, eu tenho que deixar claro que, como presidente da Fundação Ulysses Guimarães, que cuida do processo de inserção e atualização política institucional do partido, eu defendo, de forma intransigente, a candidatura própria do partido à presidência da República. Partindo da tese da candidatura própria, a questão do nome eu acho que a gente pode equacionar logo depois de ter uma proposta para o Brasil. O PMDB não tem disputado há várias eleições presidenciais, fundamentalmente, porque não tem uma proposta para o Brasil. Eu acho que o primeiro instrumento para pensar na candidatura própria é nós dizermos à sociedade brasileira por que queremos a presidência da República. Isso é com um programa. Objetivamente, se o PMDB tem que ter candidatura própria, primeiro passo: ter uma proposta de governo para o Brasil que diferencie o PMDB em relação ao que está sendo proposto aí. E, depois, buscarmos, sim, nome entre os tantos que o partido tem. Seguramente, o maior colegiado de nomes com potencial para candidatura à presidência da República, em um só partido, está no PMDB. Indiscutivelmente.

Em relação à disputa pelo governo gaúcho, o senhor estava apoiando o PSDB. Agora mudou de opinião sobre uma candidatura própria do PMDB no Estado?

Eu nunca mudei de opinião. Fogo amigo. Aqueles que gostariam de me incompatibilizar com a base do partido no Estado plantaram notícias. Eu sempre fui o defensor da candidatura própria. Aliás, no Rio Grande do Sul, se tem, desde a eleição de 2006 até hoje, alguém que sempre pregou, sem pestanejar, a candidatura própria, fui eu. E, diga-se a bem da verdade, que o senador Pedro Simon também sempre defendeu isso.

Jornais publicaram que o senhor tinha essa opinião. Não considera mais que seja viável a reeleição da governadora Yeda Crusius agora?

Não, calma aí. Vamos devagar. Nunca externei qualquer opinião no sentido de o PMDB não ter candidatura. Acho que, para o PMDB, é fundamental. Se eu defendo a candidatura própria nacional, como é que eu não vou defender a estadual? Não posso: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Negativo. Meu perfil de fazer política não é assim. Não aderi ao governo Lula exatamente porque tenho princípios. Eu estou no Rio Grande do Sul, onde nós o derrotamos. Nas duas eleições em que o presidente se elegeu, ele perdeu aqui, e eu estive no comando da campanha oposicionista. Tanto o Serra quanto o Alckmin ganharam do presidente Lula aqui no Rio Grande, e o comandante fui eu. Por uma questão de coerência, entendi que não deveria aderir ao governo, até por respeito ao próprio presidente e ao PT. Então, minha posição sempre foi muito clara. Na minha cabeça, nunca passou apoiar ninguém que não fosse o candidato do PMDB. Tudo o que foi veiculado sobre isso é seguramente fogo amigo: gente que até teria interesse em apoiar outro candidato ou está aliado com outro candidato e que procurar usar a mim como escudo para proteger seus interesses.

A outra pergunta: a governadora pode vir a ser candidata? Na minha opinião, ela será candidata. E é muito bom para o Rio Grande do Sul ela ser candidata. Iremos ter segundo turno, sim. Na minha modesta forma de analisar a eleição e pelos conhecimentos que temos, o PMDB só perde para ele mesmo.

Quem o senhor vislumbra como candidato do PMDB: Germano Rigotto, José Fogaça, algum outro…?

O PMDB do Rio Grande do Sul é tão grande, que, se ele escolher o candidato no momento certo, ganha com qualquer candidato. Os dois que foram referidos são excepcionais candidatos, estão mais visíveis hoje, são aqueles que começam bem a eleição, mas não vamos nos esquecer que o Rigotto foi governador saindo lançado (na campanha) com 2% (das intenções de voto). Qualquer peemedebista com alguma estatura aqui no Rio Grande do Sul tem mais que isso (2%). Portanto, ganharemos a eleição aqui com qualquer candidato, se fizermos, no tempo certo, o que tem que ser feito. E agora, sem dúvida nenhuma, o prefeito Fogaça e o ex-governador Rigotto são aqueles que, por aquilo que a mídia diz que as pesquisas estão dizendo, têm hoje altos índices de aprovação, e a gente começaria uma campanha muito bem situado. Aqui, no Rio Grande do Sul, o PMDB tem uma macro-estrutura que, tendo uma boa candidatura e uma proposta razoável, ganha a eleição.

O senhor teme não poder participar tão ativamente da campanha para governador por ser provável que seus adversários se refiram a sua investigação na Operação Solidária, para tentar atacar a candidatura do PMDB?

Mas aí não vai ter ninguém candidato no Brasil inteiro. Eu quero que tu me digas quem é candidato que não tem algum tipo de participação em algum tipo de investigação. Chega a ser hilariante, é jocoso alguém que tenha uma investigação – porque não vamos confundir uma investigação com um processo-crime ou uma condenação preliminar… Na investigação, ao final, pode ou não ter algum tipo de denúncia. Denunciado pode ou não ter algum tipo de condenação. Portanto, estão fazendo de um mosquito um elefante. E, diga-se de passagem, à medida que o tempo passa, a base dessa investigação vai desaparecendo por aquilo que as próprias autoridades têm dito: que eu não tenho nada que ver com o fato A ou o fato B. No resumo de todos os fatos apurados nesta dita operação, eu não tenho participação em nenhum deles. O que dizem é que tentei ajudar um empresário, que foi desclassificado na fase de habilitação de uma licitação. Portanto, meu amigo, absolutamente nada. Não excluo nem a possibilidade de eu vir a ser candidato.

Ah, é? Candidato a quê?

Àquilo que o partido entender que eu possa ser.

Até a governador o senhor cogita?

Se o partido entender… Vamos admitir que tenha problema com os que têm maior avaliação nas pesquisas, nós vamos ter que buscar alternativas entre aqueles que não têm hoje tanta avaliação (positiva). E, entre eles, seguramente estou eu, né?

E quais são essas autoridades que se manifestaram favoravelmente ao senhor?

Vou fazer a pergunta ao inverso. Quero saber qual foi a autoridade que fez contra. Tem alguma acusação que tu conheças objetivamente contra mim? Nada. Eu só fui acusado até agora pela mídia.

O processo corre em segredo de justiça…

A mídia acusa, julga, condena e executa. E, depois, “ah, não, mas o cara não tinha nada que ver com isso”. Aí já foi acusado, já foi julgado, já foi condenado e já foi executado diante da opinião pública. Então, não tem, até hoje, em nenhum tribunal do Brasil, nenhum processo-crime contra mim, nem pela atividade pública nem pela atividade privada. Nada.

Eu queria saber quais são essas autoridades a que o senhor se referiu, que o têm defendido…

Mas eu não tenho que ser defendido. O que eu não posso é ser acusado. No início dessa Operação Solidária, ela começou estudando merenda escolar, obras de infraestrutura na Região Metropolitana (de Porto Alegre) e barragens onde esta empresa a que me referi, a MAC Engenharia, teria interesse em participar e não conseguiu, foi eliminada na fase de habilitação. Então, merenda, foi dito lá, pelas próprias autoridades, que eu não tenho nada que ver. Obra, na Região Metropolitana, eu não tenho nada que ver. Barragens, a empresa que teoricamente dizem que eu tentei ajudar, não conseguiu nem habilitação. E aí, meu amigo? O que sobrou? Nada.

O senhor acredita que, até a eleição, estará completamente extinta esta investigação?

Não. Infelizmente não. Essas investigações, principalmente quando não têm do que acusar, elas prosseguem por muito tempo, né? Quando tu levantas – e este é o fato – uma suspeita ou uma investigação contra alguém, o ideal é que tu consigas acusar logo e o cara seja julgado. Na medida que não se consegue apurar nada para acusar, deixa-se aquela acusação andando, pendente, tal, e, com isso, o possível investigado não consegue ter a negativa – “está aqui, já foi arquivado” – e, de outra parte, quem investigava não consegue acusar, não consegue denunciar, que é a expressão técnica correta. Eu não fui nem denunciado.

Se for efetivado o acordo do PMDB com o PT, como será seu posicionamento?

Primeiro, no Rio Grande do Sul, a possibilidade de acordo é zero. Aqui, não existe acordo. No Rio Grande do Sul, eu vou seguir o que o meu partido aqui determinar. Nacionalmente, eu sou um homem de partido. Eu não vou atrapalhar o que a maioria do partido decidir nacionalmente. Em contrapartida, eu não vou contrariar de nenhuma forma o que a maioria do partido decidir no meu Estado. E aqui eu já conheço qual é a decisão. Aqui, a possibilidade de acordo com o PT é zero. Nacionalmente, na hipótese de o PMDB se aliançar realmente com o PT – isso só vai ser definido em junho do ano que vem, tem muita água pra rolar até lá -, eu vou respeitar. Isso não me impõe a eu ir fazer campanha ou proselitismo político para o candidato do PT, né?

Terra Magazine

Publicado por: debatepronto | Novembro 6 2009

Curso de Inglês Gratuito – PMC (Serviço)

Achei muito interessante mesmo. A chamada fala em preparação para a Copa 2014. Uma atitude madura da PMC. Parabéns. Seguem as informações.

Daniel Pinheiro

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O QUE É?

Um curso de inglês básico, com duração de aproximadamente 20 semanas, inteiramente gratuito, na modalidade ensino à distância (EAD), com fornecimento de material didático individual, apoio tecnológico e operacional logístico. Ele inclui uma aula inaugural, duas aulas de revisão e duas aulas de avaliação todas presenciais.

PORQUE CAPACITAR?

Em Curitiba, planificar a cidade tornou-se um processo contínuo, com as áreas de planejamento urbano e desenvolvimento social e econômico atuando exaustivamente na busca da premissa de pensar a “Cidade que Todos Queremos”, o que envolve a previsão do enfrentamento de possíveis gargalos estruturais e das demandas sociais da comunidade.

Preparar a cidade, identificar possíveis lacunas produtivas em empreendimentos de curta, média e longa maturação, demandam contínuo esforços do poder público, no sentido de planejar e executar ações de capacitação do principal agente da atividade produtiva, o “capital humano”.

Eventos internacionais e empresas multinacionais encontram em Curitiba ambiente favorável ao seu desenvolvimento, uma vez que as potencialidades socioeconômicas da capital abrem grandes possibilidades de negócios e investimentos de grande porte: a COPA – 2014; WTCC e o CURITIBA TECNOPARQUE, iniciativas potencialmente estruturantes e geradoras de empregos, exigindo capacitação tecnológica e qualificação profissional.

QUAL É O PÚBLICO?

Preferencialmente alunos do ensino médio da Rede Pública e empreendedores/empresários certificados pelo Programa Bom Negócio.

COMO FAÇO PARA PARTICIPAR?

Fazendo sua inscrição através de registro em meio eletrônico – site da Agência Curitiba – www.agenciacuritiba.com.br, da Prefeitura Municipal de Curitiba – www.curitiba.pr.gov.br, da parceira contratada – www.gseducacional.com.br, através da Central de Relacionamento do Instituto Curitiba de Informática – ICI – fone 156 ou ainda nas Unidades Regionais da Agência Curitiba localizadas nas Ruas da Cidadania. Na página de inscrição o candidato deverá escolher a escola e data de início das aulas de sua preferência. Caso não existam mais vagas nos locais escolhidos, deverá o aluno verificar outra opção de escola, ou fazer o registro de lista de espera para a localidade desejada. As inscrições serão aceitas por ordem de recebimento, até completar o numero de vagas ofertadas.

RECURSOS TECNOLÓGICOS

Ao realizar a inscrição, o candidato deverá informar se possui (TV, DVD e ou leitor de CD). Preferencialmente, o aluno deverá utilizar recursos próprios para evolução no curso. Para os alunos que não possuem tais recursos, será disponibilizada sala de vídeo-aula na estrutura da empresa parceira contratada, com capacidade para 20 alunos. Para a utilização da sala, o aluno poderá fazer um pré- agendamento, obedecido o calendário semanal de exibição das videoaulas através do telefone

0xx 41 3327 1700 ou pelo e-mail atendimento@gseducacional.com.br

ONDE E COMO SERÁ A AULA INAUGURAL?

Nas Escolas Municipais de Ensino de Curitiba que já recebem o Programa Comunidade Escola. A escola disponibilizará estrutura física para aproximadamente 100 pessoas por aula, com carteiras, televisão de no mínimo 29 polegadas ou tela de projeção com sistema de áudio. A estrutura e funcionamento do Inglês Básico serão abordados em detalhe, com apresentação de calendários e dicas para realizar o ensino a distância. Neste encontro, com aproximadamente 90 minutos, o aluno receberá todo o material didático do curso.

COMO SERÃO REALIZADAS AS REVISÕES?

Serão realizadas duas aulas de revisão para duas aulas de avaliação, presencialmente, com um tutor com formação em Língua Inglesa. As revisões devem ocorrer aproximadamente 10 dias antes de cada avaliação, nos mesmos locais utilizados à aula inaugural.

COMO SERÃO REALIZADAS AS AVALIAÇÕES?

Serão realizadas duas aulas de avaliação presenciais, objetivas, individuais e sem consulta que devem ocorrer ao término de cada etapa, conforme calendário recebido pelo participante. As avaliações acontecerão nos locais da aula inaugural e serão aplicadas pelos monitores do agente facilitador contratado.

SERÁ ENTREGUE CERTIFICADO?

O certificado será entregue aos participantes que alcançarem 100% de presença nos momentos presenciais e 50% de média final nas avaliações (média= avaliação 1 + avaliação 2/2).

COMO FAREI CASO NÃO POSSA COMPARECER NOS MOMENTOS PRESENCIAIS?

Caso o participante não possa comparecer nos momentos presenciais estabelecidos no calendário padrão da turma, deverá agendar reposição em outro local e horário disponível através do telefone

0xx 41 3327 1700 ou pelo e-mail atendimento@gseducacional.com.br

O QUE É O AVA E COMO VOU ACESSÁ-LO?

AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem é uma ferramenta tecnológica de comunicação permanente entre a Unidade Gestora ou Grupo Gestor do Programa, tutores, alunos e demais participantes do processo de ensino. O aluno receberá, na aula inaugural, login e senha específica para acesso. A utilização do AVA deverá dar oportunidade ilimitada de acessos e será estimulada durante todo o período do curso.

QUAL É O MATERIAL DIDÁTICO QUE SERÁ DISPONIBILIZADO?

CD (COMPACT DISC) – material de áudio com duração entre 2 e 3 horas;

DVD (DIGITAL VÍDEO DISC) – material de videoaulas abordando o Inglês Básico, com carga horária total entre 15 e 20 horas, apresentado por professor conteúdista;

LIVRO – com capa no formato 425×275, colorido em papel offset 70 gramas contendo o nº do ISBN da Fundação Biblioteca Nacional.

QUAL É O PERFIL DO CORPO TÉCNICO?

PROFESSOR CONTEÚDISTA – Mestre, graduado em letras, com capacitação específica em tradução em Inglês.

TUTOR EAD – AULA INAUGURAL – Nível Superior, com habilidades e experiências na facilitação motivacional de grupos.

TUTOR LÍNGUA INGLESA - REVISÕES E AVA – Nível Superior, com formação específica em Língua Inglesa, compreendendo comunicação oral e estrutura gramatical.

MONITOR DAS AVALIAÇÕES – Nível Médio completo tendo capacidade de observação e fiscalização.

PREMIAÇÃO

Aos alunos que atingirem média final acima de 75%, será ofertada a possibilidade de participação no Programa Lapidando Talentos – a TI, satisfeitos os requisitos de seleção, para capacitação em Programação Trainee em Tecnologia da Informação, visando à inserção no mercado de trabalho.

INFORMAÇÕES

www.agenciacuritiba.com.br

e-mailatendimento@gseducacional.com.br

fone – 0xx 41 3327 1700

Publicado por: debatepronto | Novembro 5 2009

Finalmente, ele caiu. Pena. Só do palco!

Qualquer blog mais maldoso, diria que os gays estão fervilhando de alegria. Só um blog maldoso. Como somos imparciais, o melhor de tudo é saber que, de toda forma, todo mundo vai fazer um comentário maldoso. Faça o seu também!

Daniel Pinheiro

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Requião e mais 25 se ferem em queda de palco no Paraná

da Folha Online

Atualizado às 13h55.

O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), se feriu hoje durante a queda do palco em que estava em Paiçandu, na região noroeste do Estado. Outras 25 pessoas que estavam no palco também se feriram.

O acidente ocorreu por volta das 11h, onde Requião participaria de uma cerimônia de entrega de ônibus escolares.

De acordo com o governo do Paraná, ninguém se feriu gravemente com a queda do palco. Requião, por exemplo, sofreu uma luxação no pé esquerdo. Os demais teriam sofrido cortes superficiais e escoriações. A assessoria de Requião informou que todos foram medicados em um hospital municipal e já foram liberados.

Também estavam no palco o secretário de Planejamento do Paraná, Ênio Verri, e os deputados estadual Nereu Moura (PMDB) e federal Odílio Balbinoti (PMDB).

A assessoria de Requião informou que a causa do acidente está sendo investigada pela polícia. A Casa Militar averiguou o local antes do evento e aprovou a estrutura montada.

“Estamos aguardando a perícia criminalística, mas, em primeira avaliação, uma viga de aço cedeu e o palco desabou”, afirmou o secretário da Casa Militar, o coronel Washington Alves da Rosa.

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